Empréstimo para empresas: como calcular os riscos?

Empréstimo para empresas: como calcular os riscos?
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Em muitas situações, a empresa se vê diante de certas dificuldades ou limitações financeiras. Ela pode necessitar de capital de giro para realizar compras ou cobrir dívidas, inclusive para efetuar o pagamento dos funcionários.

Para suprir a escassez de recursos, a empresa pode solicitar empréstimos. Muitas instituições – principalmente os bancos – oferecem empréstimo para empresas, especialmente pensados para suas necessidades e com formas melhores de liquidação.

Porém, existem outras opções para uma empresa que precisa de dinheiro, como as factorings, mecanismo de fomento mercantil por meio do qual compram-se os ativos financeiros a prazo feitos pela empresa, antecipando o recebimento das dívidas dos clientes.

Veja como calcular os riscos a que uma empresa se sujeita ao pedir empréstimos.

As vantagens do empréstimo para empresas

Primeiramente, falemos sobre as vantagens do empréstimo para empresas.

A primeira vantagem é que ele ajuda a empresa a suprir sua necessidade imediata. Além dessa vantagem, podemos citar outros dois benefícios do empréstimo:

  • despesas com juros de empréstimos podem ser deduzidas do imposto de renda;
  • ao usar os empréstimos e pagar uma taxa fixa de juros, caso a empresa usufrua de um negócio bom, ela só efetuará o pagamento do valor contratado como juros (o excedente pertence ao acionista).

 

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Os riscos na aquisição de crédito para empresas

Nem tudo pode ser considerado um mar de rosas. É claro que, ao contratar um empréstimo, as empresas também correm certos riscos. No caso específico de empréstimos e financiamentos (modalidade de crédito em que o dinheiro obtido deve ser aplicado na compra de um determinado bem ou serviço), o perigo maior é a taxa de juros.

Fazendo dívidas com um banco (ou outra instituição financeira), a empresa aumenta seus riscos — afinal de contas, poderá ter maiores dificuldades para conseguir dinheiro em função dessa dívida.

Caso o negócio não consiga crescer ou se recuperar depois do empréstimo, a empresa corre o risco de não conseguir saldar sua dívida com o banco. Essa impossibilidade pagar o empréstimo pode levar a empresa a contrair novos empréstimos e terá início um ciclo vicioso e perigoso, que poderá terminar com a falência da empresa.

Os riscos sistemático e não-sistemático

Sempre existe uma relação entre risco e retorno que deve ser considerada nos investimentos e outras formas de captação de dinheiro. Em alguns casos, o equilíbrio entre risco e retorno pode compensar a realização de um empréstimo, a contratação de um financiamento, ou a aplicação de capital em algum ativo financeiro (como CDBs, ações, títulos públicos).

O risco sistemático é aquele que faz parte do próprio negócio, ou seja, é um risco de mercado. Nesse caso, no empréstimo para empresas, o gestor corre o risco sistemático relacionado à taxa de juros e aos outros custos envolvendo o empréstimo, como taxas, encargos extras, multas.

Por esse motivo, é importante solicitar o custo efetivo total do empréstimo, o CET, pois ele considera não somente os juros, mas todos os encargos incidentes.O risco da inflação, por exemplo, é sistemático porque é um risco de mercado e pode afetar a taxa de juros de qualquer empréstimo ou negócio financeiro.

O risco não-sistemático é chamado de diversificável. Trata-se de um risco não planejado. Caso a empresa tenha problemas com sua produção ou vendas, ela certamente terá problemas com o pagamento da dívida. Da mesma forma se acontecer algum acidente com algum equipamento importante, com o imóvel, com algum veículo.

O retorno do seu investimento

O retorno pode ser mensurado de forma estimada, com maior ou menor nível de precisão. Por exemplo, calculando-se o ROI, ou retorno sobre o investimento, é possível ter uma ideia mais precisa sobre a rentabilidade que determinado investimento trará.

Considere que você fará um empréstimo para comprar uma máquina que aumentará suas vendas em 20%. Mesmo considerando o pagamento das taxas de juros, talvez o negócio compense, desde que suas previsões sobre as vendas se mantenham.

Antes de fazer um empréstimo, é preciso balancear os riscos com o retorno, considerando que, antes de se efetivarem, eles são sempre possibilidades e não fatos.

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